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Livro “Por Uma Vida Melhor” é obra educativa e responsável


Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado é o título de uma coluna do portal iG sobre a distribuição do livro “Por Uma Vida Melhor”, da Editora Global, a 4236 escolas brasileiras. Essa não é a única crítica mal fundamentada ao livro. Quem de fato teve contato com a obra, mesmo sem ter formação específica em letras e linguística, pode reconhecer o cuidado dos autores Heloisa Ramos, Cláudio Bazzoni e Mirella Laruccia Cleto com a distinção entre a norma culta e as variantes populares.

Na reprodução a seguir, o texto de “Por Uma Vida Melhor”  trata sobre concordância nominal segundo a gramática normativa e, em seguida, descreve os usos populares da informação de plural, que tende a ser marcada menos vezes, especialmente na modalidade oral:

De forma bastante responsável, a autora distingue a norma culta da variante popular e adverte o leitor de que um falante competente deve saber escolher em qual situação de fala usar as diferentes gramáticas de que dispõe – a normativa e a popular – o que não equivale a “ensinar a falar errado”. Muito pelo contrário, ao invés da prática tradicional de classificar formas enunciativas como certas e erradas – o que, ao meu ver, é demasiado simplório – o livro defende que o falante conheça a norma culta e a variante popular, saiba discernir entre elas e saiba, sobretudo, julgar em que ocasião utilizá-las.

A seguir, entrevista com o Prof. Ataliba Castilho, linguísta e gramático aposentado pela Unicamp, na Univesp TV:

May 26, 2011 Posted by | Point of view | , , , , | 3 Comments

   

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